quarta-feira, 7 de outubro de 2015

My mild pain
       Já estava amanhecendo e como sempre você permanecia ali em meus pensamentos como uma lembrança triste de um amor que nunca sera recíproco, o sono não vinha como antes, a vida não tinha o mesmo gosto, daquele meu dom de sorrir não sei, se foi aos poucos saindo da minha vida assim como a vontade de me apaixonar novamente.

Sabe aquele amor que você tanto procura? Ele sempre esteve aqui dentro de mim, garoto você sabe disso mas para você nunca sou o bastante.... Não sirvo para preencher vazios, nunca quis ser o plano B de alguém, porém você veio e fez uma bagunça dentro de mim, sabe aquele orgulho? Engoli várias vezes para falar com você e sabe de todas as vezes me arrependi, porque para você meus esforços não fazem diferença. Passei de durona a boba, que ama sem ser amada e mesmo assim espera o melhor mesmo não tendo nada em troca a não ser o seu olhar de desprezo. Você pensa em ser feliz?  Você acredita em contos de fadas? Pois saiba que para sua vida, nunca terá alguém que se importe tanto quanto eu me importei e quando olhar para os lados e não ver ninguém se fazendo de besta para estar por perto ou que desista de tudo por você vai perceber o quanto o que eu sentia era enorme e poderia te fazer feliz. Você tem sonhos? É espero que os alcance e sinta-se como se algo faltasse, pois é um dos piores sentimentos e eu o sinto, que sinta um vazio o mesmo vazio que sinto quando me falam de amor. Eu não estarei aqui para sempre, mas mesmo longe eu sei, você permanecera de alguma forma em mim e essa dor sempre irá se afastando em forma de lágrima.



domingo, 13 de setembro de 2015

Como seriam os personagens de Simpsons na vida real?
Já parou para imaginar como seriam os personagens de “Os Simpsons” Flanders, Sideshow Bob e a Velha Louca dos Gatos no mundo real? Nós já! Confira:
1- Ned Flanders:
Simpsons
2- Milhouse:
Simpsons
3- Prefeito:
Simpsons
4- Sideshow Bob:
Simpsons
4- Willie:
Simpsons
5- Diretor Skinner:
Simpsons
6- Mr. Burns:
Simpsons
7- Otto:
Simpsons
8- Cletus:
Simpsons
9- Jimbo Jones:
Simpsons
10- Homer:
Simpsons
11- Moe:
Simpsons
12- Cara da loja de quadrinhos:
 Simpsons
13- Dr. Nick Riviera:
Simpsons
14- Krusty:
Simpsons
15- Velha Louca dos Gatos:
Simpsons
E de bônus, Peter Griffin, de “Family Guy”:
Simpsons

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Disney e a releitura dos contos de fadas | Frozen, Malévola e o adeus ao Príncipe Encantado

“E viveram felizes para sempre…”. Frase clássica, presente em 99% dos contos de fadas adaptados pela Disney e que minha geração cresceu assistindo. Geralmente era inserida em um final onde, após dançarem e/ou cantarem alguma canção romântica (e quem não viu Encantada debochando um pouco disso, corre pra assistir!) e se beijarem sem nunca terem trocado uma palavra sequer, Príncipe e Princesa após o tal “beijo do amor verdadeiro” se casavam e sim, viviam felizes para sempre. Como isso era possível sempre foi uma questão que perseguia os mais atentos. À mulher, cabia o papel de dama sofisticada, indefesa, pura e casta. Ao homem, cabia o papel do valente, corajoso e honrado que fazia de tudo para salvar a mulher incapaz de se defender e viver sozinha.
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Mulan, 1998
Essa ideia foi impregnada ao longo dos anos. A “síndrome de Cinderela” está aí, até hoje, na cabeça de diversas mulheres. Com o passar dos anos, o mundo mudou. E a Disney mudou junto com ele. Se em Aladdin já temos a ideia do Príncipe Encantado quebrada junto com a ideia da Princesa obediente (Jasmine não aceita ordens do pai, o Sultão, de se casar contra sua vontade; Aladdin é pobre, rouba para comer e conquista Jasmine quando não está disfarçado de Príncipe), em Mulan temos uma emblemática heroína; honrada, corajosa e que conquista o respeito através de seus méritos em um ambiente totalmente masculino: o exército.
E assim como o ótimo Mulan, a Pixar lançou em 2012 Valente (em inglês, Brave), com a ótima personagem femininaMerida, filha de reis que se recusa a se comportar de acordo com as regras da monarquia para Princesas. Merida gosta de andar a cavalo e praticar com seu arco e flecha. Ela mantém seus cabelos sempre despenteados e não suporta usar vestidos apertados. Sua principal discussão é com a mãe, que insiste que ela deve se portar como uma dama. O filme todo se desenvolve a partir da relação das duas, que inicialmente não se entendem, mas por causa de uma determinada situação recordam-se da importância de seus laços e de como a relação entre mãe e filha deve se basear não só no amor que sentem, mas também no respeito de uma para com a outra, mesmo que suas opiniões sejam divergentes.
"BRAVE"
Valente, 2012
Frozen e Malévola: a mudança definitiva?
Em 2013, a Disney lançou a animação Frozen. Vencedora do Oscar de Melhor Animação e Melhor Canção Original, a trama que se tornou a mais lucrativa da Disney envolve duas irmãs, princesas. Elsa, a mais velha, possui magia: ela cria gelo. Anna é a irmã mais nova, e as duas são extremamente ligadas e apegadas uma à outra. Após um acidente em que atinge sua irmã com gelo, Elsa é isolada por seus pais, forçada a esconder seus poderes e quem realmente é no mundo. Anna, dia após dia, tenta de todas as formas contato com a irmã sem saber o motivo pelo qual ela se isola. Elsa pode ser considerada a personificação da opressão feminina que não pode deixar mostrar quem realmente é. Sua música “Let It Go” expressa isso perfeitamente com as frases “não deixem ver, não deixem saber, seja a boa menina que você sempre precisou ser”.
Após anos com as portas do palácio fechadas para esconder Elsa, elas devem ser novamente abertas após a morte dos reis já que a garota agora deve assumir o trono. Enquanto Anna vibra com a possibilidade de ver e conhecer novas pessoas, Elsa teme que descubram seus poderes e a recriminem. Anna logo conhece um Príncipe e os dois, após trocarem poucas palavras, se apaixonam e já desejam se casar. Ao pedir a bênção da irmã, que se recusa a dar (“você não sabe nada sobre amor verdadeiro)”, as duas discutem e Elsa, irritada, mostra seus poderes ao público, que ao temê-la, passa a persegui-la. Isolada de todos, Elsa se liberta da opressão que viveu durante anos e se sente, pela primeira vez, livre.
Frozen4
Frozen, 2013
Anna, tomada pelo amor que sente por Elsa e também pela culpa de ter brigado com a irmã e a exposto, vai atrás dela. Nesta jornada, conhece Kristoff, que a ajuda e acaba se tornando mais que um amigo. Em mais um acidente, Elsa atinge novamente a irmã, desta vez no coração. Anna só pode ser salva por um “ato de amor verdadeiro”, e tudo nos conduz a Kristoff. Além de toda a história ter como base duas mulheres, assim como em Valente, a introdução do interesse romântico também mudou. O Príncipe Encantado do início logo nos remete aos clássicos Disney e o pensamento do espectador automaticamente deduz que Anna, no fim, se casará com ele. Porém, a história nos surpreende: o Príncipe, no fim, se transforma e se revela o vilão antes de Anna ser salva. Mais uma vez o público automaticamente deduz “ah, entendi! Ok! Quem irá salvá-la será Kristoff”. Errado! Frozen surpreende novamente: ao perceber que Elsa será assassinada pelo Príncipe-Nada-Encantado, Anna corre em sua direção e se posiciona entre os dois, salvando a irmã e também se salvando, mesmo que inconscientemente. O “ato de amor verdadeiro” veio do amor das duas irmãs.
Quando a Disney anunciou um filme live-action sobre Malévola, a vilã de A Bela Adormecida, confesso que não me animei. Os motivos eram totalmente pessoais: sempre detestei, mesmo quando pequena, o desenho. Achava a Aurora uma das piores Princesas. Me irritava o fato de ela espetar o dedo em uma agulha (sim, eu sei que estava sob um feitiço zzZzZz) e dormir “para sempre” para somente ser despertada pelo beijo do “amor verdadeiro” que ela tinha encontrado naquela tarde, ao passear pelo bosque. E óbvio que, ao acordar, os dois dançam, se casam e vivem felizes para sempre. Sem mencionar as fadas que a presentearam com o “dom da beleza”. Quer dizer… dentre tantas características positivas em uma mulher, vamos prestigiar apenas a pele branca, os olhos azuis e os cabelos loiros, né?
AngelinaJolieasMaleficent
Malévola, 2014
Mesmo assim, fui assistir de coração aberto à adaptação deste ano onde a personagem principal seria a vilã, que no desenho é tratada como uma mesquinha recalcada que lança a maldição na Aurora apenas por não ter sido convidada para a festa. Risos. Interpretada por Angelina Jolie, que fisicamente ficou ótima na caracterização da personagem,Malévola conta a história da fada desde sua infância até a fase adulta. Com algumas ressalvas aqui e ali em relação ao filme, cuja crítica você pode conferir aqui, ele cumpre seu papel nessa fase Disney do “adeus ao Príncipe Encantado”.
Malévola foi vítima da ambição humana do pai de Aurora. Cega pelo ódio e desejo de vingança, é por esse motivo que ela lança a maldição na criança. Mesmo assim, vigia todos os passos de Aurora e a vê crescer. As duas criam um laço de respeito e amizade, e a pequena Princesa só a chama de “madrinha”, por ser assim que ela a considera. Arrependida do feitiço que fez, Malévola tenta revertê-lo, mas suas palavras ao lançá-lo foram fortes e ele não pode ser retirado. Sob o feitiço, Aurora espeta o dedo na agulha e cai em sono profundo. Desesperada, Malévola leva o Príncipe Philip (que Aurora havia conhecido na Floresta mais cedo) para o castelo, na expectativa de que, ao beijá-la, ela acorde. A cena é debochada e poderia até ser um meme no estilo “beijo ocorre nada acontece feijoada”. Em um discurso arrependido ao lado de Aurora, Malévola revela seus puros sentimentos pela menina e beija sua testa. Aurora desperta do sono. Ahá! Assim como em Frozen.
Confesso que desde o início sabia que o final seria assim. Logo percebi que tudo seria resolvido entre as duas, o que é ótimo. Quando o Príncipe foi introduzido, porém, ficou óbvio demais. E essa foi minha única ressalva com o filme. Poderia ter sido mais bem conduzido nessa questão e também no clímax. Todo um drama de ela dormir “para sempre” que foi resolvido em uma cena de 3 minutos… No entanto, mais uma mensagem prevalece em seu fim: juntas, Malévola e Aurora restauram a paz entre o reino dos humanos e o reino das fadas.
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Por isso, é interessante destacarmos o fato de que as histórias vistas em FrozenMulanValente e Malévola deveriam ter sido sempre o normal, o natural. A ideia de Príncipe Encantado (+) dama perfeita-casta-and-prendada-que-cozinha-cantando-com-os-animais (+) “felizes para sempre” criada pela Disney sempre foi extremamente conservadora e sim, machista. Mesmo que devagar e com lutas ideológicas diárias, o mundo está mudando… Ainda bem. E ainda bem, também, que a Disney está mudando junto com ele.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Beyoncé faz ensaio sensual e divulga todas as fotos

Com muita sensualidade, Beyoncé fez ensaio fotográfico ao ar livre para a revista Flaunt, e está dando o que falar no mundo pop! As fotos foram feitas pelo Robin Harper e divulgadas na íntegra!

Confira:

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A cantora ainda não revelou oficialmente que está preparando um novo disco, mas descobriram algumas músicas que ela registrou domínio, aparecendo como compositora.

sábado, 29 de agosto de 2015

Precisando se sentir bem? Faça alguém feliz
Quando você estiver em um dia daqueles que sente que está faltando alguma coisa, mas não sabe exatamente o que é, há algo que você pode fazer para suprir essa sensação de vazio.
A dica é simples: faça alguém feliz.
Levar um pouco de felicidade para alguém é muito mais simples do que pensamos e pode nos beneficiar diretamente. Você pode, por exemplo, dar um presente a alguém. Pode dar comida a quem não tem o que comer. Na verdade, você não precisa nem gastar nada: fale com um colega de trabalho e elogie ele ou algo que ele esteja fazendo.
Um abraço em um amigo, um beijo em um parente ou cônjuge, um sorriso para um transeunte qualquer. O fato de você fazer alguém feliz vai gerar uma energia positiva. O bom dessa história toda é que essa energia positiva não vai somente para a pessoa que você está fazendo feliz naquele momento. A energia reflete em você também e a felicidade vai contagiar seu corpo também.
Há muitos anos, o músico Jimmy Durante lançou uma música chamada “Make Someone Happy” (Faça alguém feliz). A letra fala justamente de como algumas atitudes simples que você pode tomar fazem o dia de alguém ser mais feliz. A música termina dizendo “Make someone happy, make just someone happy, and you will be happy too” (Faça alguém feliz, faça somente alguém feliz, e você será feliz também).

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Opinião: as efêmeras "rainhas descartáveis" da música pop
Efêmero. Adjetivo sinônimo para "transitório", "momentâneo", "passageiro". Na área da biologia, é característica de uma flor que desabrocha e murcha em apenas um dia.

Vivemos tempos de efemeridade. Na era das mídias sociais, vale o que estiver em seu feed. Na sua linha do tempo do Facebook, na sua timeline do Twitter, no topo das janelinhas de chat do WhatsApp e por aí vai. Quem se importa com arquivo, história, registro?

Eu me importo. Por isso me incomoda muito a efemeridade presente no pop, gênero que é, obviamente, o mais popular dentro da música. Arte é feita para durar e a música está nesse grupo. É necessário permanecer relevante para ser lembrado.



Claro que há tendências dentro da música e moda não foi feita para durar. Mas estamos cada vez mais mergulhados na era das "rainhas descartáveis" do pop. Vide o suposto decreto do jornal New York Post sobreTaylor Swift ocupar o espaço de Beyoncé, com um título imaginário de "poderosa da música". O fato de Taylor e Calvin Harris terem sido colocados como o "casal mais poderoso do entretenimento", desbancando Beyoncé e Jay Z, só comprova isso. O que importa é o agora, não os anos anteriores. O que mensura influência é grana, não a produção artística. Grandes nomes se desbancam a cada trimestre e milhões de fãs caem nesse tipo de pilha, que tem, como consequência, rixas e disputas nada saudáveis entre fã-clubes e aglomerações de admiradores.

Viseiras são colocadas e ninguém consegue expandir seu campo de visão. Poucos refletem, por exemplo, que Nicki Minaj foi colocada como "rainha" no fim do ano passado, antes do MTV Europe Music Awards (EMA). A rixa entre ela e Iggy Azalea praticamente alimentou uma rejeição à rapper loira, que tem amargado alguns feitos negativos ultimamente - e certamente não é por seu talento (ou falta do mesmo). Antes disso, o posto era de Beyoncé, por supostamente revolucionar o mundo da música com o seu álbum autointitulado, lançado de surpresa no fim de 2013.

Mais para trás, o título alternou entre Katy Perry, Lady Gaga e Rihanna, além de Nicki, Bey e alguma outra que eu tenha esquecido. Dependia de quem estava em voga no momento. Miley Cyrus, coitada, não chega a esse posto por ser tão politicamente incorreta - a despeito da mídia que gera, dos hits emplacados e dos estádios lotados, assim como fazem as colegas. Madonna é lembrada com respeito, mas perdeu influência. Jovens não querem saber mais daquela que ainda ostenta, entre aqueles que entendem mais sobre a história da indústria e de música em si, o posto de "rainha do pop". Antigas queridinhas como Britney Spears, Christina Aguilera, Ciara, Kesha, Jessie J e até Kelly Clarkson, entre muitas outras, perderam espaço. O gênero em questão não permite ter memória.

Não importa se a artista promoveu um baita disco ou uma série de bons singles meses atrás. Caso a opção para um futuro próximo seja separar alguns meses para férias, sem exércitos de paparazzi na cola ou polêmicas, fatalmente perderá o posto.

Quem decreta isso? Especialmente a mídia, que, em muitos momentos, não consegue mensurar o poder que tem. Tem revista que coloca Kim Kardashian como "revolucionária do entretenimento" e Amy Winehouse como "uma das grandes artistas do rock(?)". Tem jornal que faz Taylor Swift parecer maior que Beyoncé apenas pelos últimos meses. Tem site que afunda a carreira de Iggy Azalea por nítida preferência (até por patriotismo) a Nicki Minaj. E persiste o sentimento de rivalidade na música pop.

quinta-feira, 16 de julho de 2015


Biografia


Beyoncé Knowles, conhecida somente como Beyoncé, é uma cantora norte-americana nascida em em Houston, no no Texas, em 4 de setembro de 1981. Entre os maiores sucessos de Beyoncé estão as músicas "Crazy In Love", "If I Were A Boy", "Single Ladies" e "Run The World (Girls)".

A cantora Beyoncé conheceu o sucesso como integrante do grupo de R&B feminino Destiny’s Child, no fim dos anos 90. Ao todo, a artista já lançou cinco álbuns de estúdio e cinco ao vivo, vendendo mais de 70 milhões de cópias pelo mundo. Em 2003, a cantora apresentou o seu primeiro trabalho-solo, Dangerously in Love, com os hits "Crazy in Love" e "Baby Boy".
Dois anos depois, o Destiny’s Child se dissolveu e, em 2006, Beyoncé lançou "B’Day". O álbum traz as faixas "Déja Vu", com o rapper Jay-Z, e "Irreplaceable". Em 2008, a musa se casou com Jay-Z e apresentou o CD "I Am… Sasha Fierce", que trouxe músicas como "If I Were a Boy", "Halo" e "Single Ladies (Put a Ring on It)" e transformou a cantora em uma das divas do pop.
A maior conquista de Beyoncé veio em 2010: a cantora ganhou seis prêmios Grammy em uma só noite, um recorde entre as mulheres. No mesmo ano, ela fez shows no Brasil. Beyoncé também já atuou em filmes como "DreamGirls – Em Busca de um Sonho".
Em 2014, Beyoncé venceu em três categorias do MTV VMA 2014: Best Collaboration (melhor colaboração), com o clipe 'Drunk In Love (feat. Jay Z)', Best video with a social message (melhor vídeo com uma mensagem social), com o vídeo 'Pretty Hurts' e Best cinematography (melhor cinematografia), também com 'Pretty Hurts'. No mesmo ano, Beyoncé se tornou alvo de um estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. A pesquisa foi conduzida por Anita Elberse e Stacie Smith e visava analisar os bastidores do ambicioso lançamento de seu álbum surpresa, intitulado 'Beyoncé' (2013).
Beyoncé também foi destaque por ter duas de suas músicas como trilha dos primeiros trailers do filme 50 Tons De Cinza, adaptação para o cinema da série de livros bestseller homônima. O trailer de estreia foi embalado por uma versão da canção 'Crazy In Love', o segundo contou com a música 'Haunted'